O IBH - Instituto Brasileiro de Helicicultura, criado em 31 de maio de 1998, é o primeiro equipamento da Fundação CEDIC - Centro de Experimentação e Divulgação Científica, tem como objetivo criar, adaptar, validar e difundir tecnologias para o desenvolvimento da helicicultura no Brasil.
No início dos anos 70, o homem começou a organizar produções significativas, atingindo quantias maiores com menor custo, deste modo, a helicicultura, que quer dizer "Cultivar Hélice", onde
Helix é o nome científico para classificar caracóis. O caracol conquistou espaço, deixando de ser uma atividade não reconhecida e marginalizada, para uma real atividade agrícola, cada vez mais difundida.
Nos países europeus há uma quantia limitada de caracol que vêm da natureza e que estão cada vez mais, a cada ano, alimentando-se de adubos e substâncias químicas, perigosos para a vida dos moluscos, há a tendência para aderir para criatórios controlados.
Hoje, no Brasil, não há espaço para criadores de
caracol, a falta de legislação específica por
parte do Governo Federal, a não padronização de
sistemas de criatórios, a não aclimatação das
espécies comerciais, e as infestações ambientais
pela Achatina fulica, deixam o país em
uma posição de não confiança em investimentos
como atividade comercial.